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Procura: predictive analytics

22.jan.2019 | Inovação

Há informação valiosa nos dados não estruturados das organizações

O que são dados não estruturados? Considera-se como tal tudo o que são dados não organizados numa estrutura rígida, como texto, vídeo ou fotos. Até há alguns anos a esta parte extrair informação destas fontes era algo muito complexo e sobretudo moroso. No entanto, com os avanços tecnológicos dos últimos anos, seja ao nível dos algoritmos e técnicas, ou do poder computacional, esta tarefa ficou bastante mais facilitada. Hoje em dia, classificar os segmentos de um vídeo, identificar/catalogar imagens ou extrair informação de textos é algo que é relativamente comum. No entanto, só as universidades, centros de investigação ou grandes empresas é que estão a tirar partido dessa revolução tecnológica, porque, muitas vezes, simplesmente não existe sequer conhecimento por parte das pequenas e médias empresas de tal possibilidade.

06.nov.2018 | Operações Hoteleiras, Inovação, Gestão

7 mandamentos para fontes de dados de qualidade a utilizar em Business Analytics

Cada vez mais as decisões nas empresas têm que ser fundamentadas em evidências e menos nos instintos ou intuições dos gestores. É claro que a experiência e conhecimento pessoal de cada gestor vão sempre influenciar as suas decisões, mas essencialmente, devem ser os factos a estar na base das decisões. E de onde vêm estes factos? Os factos e o conhecimento que os sustenta resulta sobretudo dos dados de que as organizações dispõem e de como os organizam, ou seja, como transformam os dados em informação e posteriormente, em conhecimento e sabedoria. Contudo, se os dados tiverem o que tecnicamente se chama de falta de “qualidade”, as decisões que possam advir de tomadas de decisão com base nos mesmos podem revelar-se incorretas.

16.fev.2018 | Marketing, Inovação, Gestão

Fontes de dados de livre acesso e com impacto na procura

Continuando com os posts sobre as múltiplas fontes de dados que hoje em dia estão à disposição dos hoteleiros e analistas, para serem utilizadas enquanto inputs que geram conhecimento e facilitam a tomada de decisões, venho hoje falar-vos de algumas fontes menos conhecidas, mas que podem, em alguns casos, revelar-se importantes para análise da procura.

18.mai.2017 | Inovação, Gestão

Fontes de Dados: o Pilar do Business Analytics

A hierarquia da inteligência, no âmbito do Business Intelligence, reconhece que, para alcançar conhecimento e transformá-lo em sabedoria, é necessário haver informação de qualidade, sendo a informação o resultado do processamento, organização e estruturação dos dados, num determinado contexto. Pode por isso dizer-se que os dados são a base da sabedoria. Sem dados, não poderemos ter informações relacionadas com negócios, extrair conhecimento dos mesmos e tomar decisões informadas e sensatas. Conforme referido pelo Professor W. Edwards Deming, conhecido estatístico: “confiamos em Deus; todos os outros tragam dados”.

12.abr.2017 | Inovação, Gestão

Machine Learning – o que é e qual o seu impacto na Hotelaria?

Machine Learning é uma das buzzwords do momento – mas o que é exatamente? São várias as definições possíveis e variam de acordo com o propósito e tema associado, mas, de uma forma geral, todas convergem para a ideia de que é um dos métodos para chegar à Inteligência Artificial (a capacidade dada a máquinas para imitarem comportamento humano inteligente). Assim, o Machine Learning diz respeito ao desenvolvimento de programas computacionais que automaticamente sejam capazes de melhorar e aprender com a experiência, sem serem especificamente instruídos para o fazer.

08.fev.2017 | Marketing, Inovação, Gestão

Big Data – aplica-se a todos os Hotéis?

A Gartner, no seu glossário de TI, define Big Data como: “conjuntos de dados de grande volume, velocidade e/ou variedade, que exigem formas inovadoras e rentáveis de processamento da informação, permitindo uma visão amplificada para a tomada de decisão e automação de processos” (tradução livre). A definição dos 3 V’s, como é amplamente conhecida, deve-se ao volume (a quantidade de dados), à velocidade (a rapidez de input e output) e à variedade (diversidade de tipos e fontes de dados). Como seria expectável, estes 3 V’s estão também presentes nos dados a que os hotéis têm acesso.